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PerfectScale by DoiT ajuda a OneFootball a otimizar Kubernetes para o tráfego global do futebol em larga escala

Como a OneFootball reduziu custos, eliminou o trabalho manual e tomou melhores decisões em Kubernetes com otimização automatizada e insights de resiliência

PerfectScale
OneFootball

The Challenge

Processos manuais, custos ocultos e uma cultura de cautela

O superprovisionamento como mecanismo de defesa

Para uma plataforma que atende ao tráfego global do futebol, a cautela faz sentido. Um grande jogo ao vivo, uma notícia de transferência de última hora ou um momento marcante da Copa do Mundo pode gerar picos de tráfego repentinos e imprevisíveis. Nesse cenário, o custo de subprovisionar não é só técnico: ele afeta diretamente a experiência do torcedor.

Historicamente, para proteger a performance durante eventos de alto tráfego, os engenheiros da OneFootball costumavam alocar mais CPU e memória do que os serviços de fato precisavam. A lógica fazia sentido: era mais seguro garantir capacidade extra do que correr o risco de degradação do serviço em um momento decisivo de uma partida.

Mas o efeito acumulado dessa cautela era considerável. Recursos ficavam ociosos entre os picos, os custos de infraestrutura subiam e os times não tinham uma forma consistente de avaliar se cada serviço estava configurado com o equilíbrio certo entre eficiência, resiliência e segurança em produção.

Com o tempo, o superprovisionamento virou um modelo operacional defensivo. Ajudava a reduzir o risco imediato, mas também dificultava enxergar ineficiências escondidas, oportunidades de otimização perdidas e padrões de configuração em que a confiabilidade poderia ser mantida com um perfil de custo melhor.

Uma otimização manual que não dava conta do recado

O gerenciamento de recursos do Kubernetes na OneFootball era, em boa parte, manual. Os engenheiros revisavam dashboards, analisavam o comportamento dos serviços e ajustavam as alocações de CPU e memória na mão. Esse trabalho exigia tempo, contexto e decisões repetidas, tanto dos engenheiros de plataforma quanto dos donos dos serviços.

O processo tinha valor, mas não acompanhava a velocidade e a volatilidade da demanda de esportes ao vivo. O tráfego durante um evento de futebol pode disparar e despencar em questão de minutos. A demanda também muda em função de torneios globais, competições nacionais, eventos locais, notícias de última hora e resultados de partidas que são impossíveis de prever com precisão.

Um ciclo manual de revisão não conseguia acompanhar continuamente essas variações, ainda mais em um ambiente Kubernetes em crescimento, atendendo audiências globais. Também ficava difícil aplicar janelas de tempo relevantes de forma consistente, porque a janela de tráfego pertinente para um serviço variava muito conforme o evento, o mercado ou a competição.

A otimização manual gerava ainda inconsistências. Times diferentes tomavam decisões diferentes, conforme o nível de expertise em Kubernetes, a tolerância ao risco ou o tempo disponível de cada um. Como resultado, a configuração de recursos nem sempre era guiada por uma compreensão consistente e baseada em dados do comportamento real dos serviços.

Da observabilidade aos insights acionáveis de custo e resiliência

A OneFootball já tinha observabilidade. Os times conseguiam monitorar serviços, investigar comportamentos e interpretar sinais de produção com o ferramental existente. O desafio não era a falta de observabilidade, mas a distância entre observar o que estava acontecendo e transformar continuamente esses sinais em decisões acionáveis de otimização do Kubernetes.

Os dashboards dos provedores de nuvem davam à OneFootball visibilidade do gasto geral com infraestrutura, mas não entregavam o nível de insight por serviço que o time de plataforma precisava para equilibrar custo, eficiência e resiliência. Os times viam que existiam custos de infraestrutura, mas era mais complicado entender quais serviços geravam esses custos, se os recursos estavam sendo usados de forma eficiente e onde dava para otimizar sem aumentar o risco operacional.

Essa falta de inteligência de otimização dificultava a tomada de decisão. Sem uma visão clara de requests, limits, padrões de uso, impacto no custo e sinais de resiliência por serviço, identificar o tradeoff certo geralmente exigia investigação e interpretação manuais.

É aí que os insights de resiliência e os alertas viraram a "cereja do bolo". Eles não substituíram a observabilidade. Eles a complementaram, ajudando o time de plataforma a identificar o que de outra forma passaria batido: serviços superprovisionados, workloads com perfis de recursos ineficientes ou padrões de configuração em que resiliência e custo poderiam ser melhor equilibrados.

No conjunto, esses desafios desenhavam uma organização de engenharia que operava com cuidado, mas na defensiva. À medida que a OneFootball seguia crescendo e se preparando para grandes eventos globais do futebol, o time de plataforma precisava de uma forma mais automatizada, transparente e confiável de otimizar Kubernetes, sem pedir aos engenheiros que escolhessem às cegas entre eficiência de custo e segurança em produção.

The Solution

A solução: inteligência automatizada, clareza financeira e suporte especializado

Quando a OneFootball começou a usar o PerfectScale by DoiT, o objetivo não era simplesmente colocar mais um dashboard no ar. O time de plataforma já tinha observabilidade. O que faltava era uma forma de traduzir continuamente o comportamento do Kubernetes em decisões acionáveis de otimização envolvendo custo, eficiência, autoscaling e resiliência.

O PerfectScale entregou essa camada de inteligência que faltava. Ele ajudou a OneFootball a sair das investigações manuais e do superprovisionamento defensivo rumo a uma otimização automatizada e baseada em dados, capaz de sustentar a volatilidade do tráfego global do futebol.

Uma visibilidade que mudou a conversa

Desde o primeiro dia, o PerfectScale deu ao time de plataforma uma visão mais precisa, por serviço, de como os recursos do Kubernetes eram solicitados, consumidos e convertidos em custo. Os engenheiros passaram a entender não só a utilização de CPU e memória, mas também as consequências financeiras e operacionais das decisões de alocação de recursos.

Essa visibilidade mudou o tom das conversas sobre infraestrutura na organização. Em vez de tratar a otimização de Kubernetes só como questão técnica, o time de plataforma passou a ligar as decisões de recursos ao impacto no negócio, à segurança em produção e à eficiência de custo.

Isso foi especialmente importante em um ambiente de esportes ao vivo, em que os serviços precisam estar prontos para picos repentinos e, ao mesmo tempo, evitar desperdício entre os picos. O PerfectScale tornou esses tradeoffs mais fáceis de entender, mostrando onde os recursos estavam subutilizados, onde a configuração podia ser melhorada e onde a otimização podia acontecer sem comprometer a confiabilidade.

Rightsizing automatizado e contínuo

O PerfectScale substituiu os ciclos manuais de revisão de recursos por um rightsizing contínuo e automatizado em todo o ambiente Kubernetes da OneFootball. Em vez de depender dos engenheiros para revisar dashboards de tempos em tempos e ajustar as alocações de CPU e memória na mão, o PerfectScale passou a entregar recomendações contínuas e automação com base no comportamento real dos serviços.

Isso foi crucial para padrões de tráfego ditados pelo futebol. Um grande jogo, uma história de transferência, uma notificação push ou um momento da Copa do Mundo podem mudar a demanda de forma rápida e desigual entre os serviços. A otimização manual não acompanhava essas variações de forma confiável, ainda mais quando a janela de tráfego relevante variava conforme a competição, o país ou o evento.

Com o PerfectScale, a OneFootball passou a otimizar workloads de forma mais contínua e consistente. Os serviços puderam ser ajustados com base em padrões reais de uso, e não em suposições, ajudando o time de plataforma a reduzir o desperdício sem perder a segurança necessária para workloads em produção.

A plataforma também trouxe à tona insights de resiliência que complementaram o stack de observabilidade já existente na OneFootball. Esses insights deram aos engenheiros uma camada adicional de visibilidade sobre padrões de configuração, perfis de recursos e oportunidades de otimização que, do contrário, passariam batidas.

Suporte hands-on e colaboração contínua

Além da plataforma em si, o ecossistema mais amplo de suporte da DoiT teve um papel importante para construir confiança e acelerar a adoção. A OneFootball teve acesso a customer success, suporte pós-vendas, engenharia de soluções e expertise em Kubernetes, o que deu ao time de plataforma um caminho claro tanto para orientação estratégica quanto para dúvidas do dia a dia.

Esse suporte foi especialmente valioso porque a OneFootball não buscava um modelo genérico de otimização. O time de plataforma precisava que o PerfectScale se encaixasse na forma como a OneFootball opera Kubernetes, gerencia risco em produção e pensa engenharia de plataforma.

"Investi bastante tempo explorando o PerfectScale pela ótica da engenharia de plataforma. O valor não estava só em ver recomendações de otimização, mas em entender por que elas faziam sentido, como se conectavam ao comportamento real dos workloads e como nos ajudavam a equilibrar tradeoffs entre custo, autoscaling e resiliência com segurança. As syncs regulares com o time do PerfectScale também nos ajudaram a validar edge cases e moldar a integração em torno de como a OneFootball realmente opera Kubernetes." Andrea Benfatto, Platform/Cloud Runtime Engineering Manager, OneFootball

As syncs regulares do PerfectScale ajudaram os dois times a iterar a integração ao longo do tempo. Essas sessões deram à OneFootball uma forma de oferecer feedback, validar recomendações, discutir edge cases e moldar a configuração de acordo com suas próprias necessidades operacionais. Como resultado, a integração ficou mais alinhada aos fluxos de trabalho, padrões de tráfego e expectativas de plataforma da OneFootball.

Os solution engineers e especialistas em Kubernetes da DoiT trabalharam lado a lado com o time de plataforma da OneFootball para garantir recomendações tecnicamente sólidas, operacionalmente seguras e alinhadas aos requisitos de produção. Essa colaboração hands-on ajudou a reduzir riscos, acelerar decisões e reforçar a confiança no sistema.

Para a OneFootball, o valor veio da combinação entre automação, visibilidade por serviço, insights de resiliência e suporte especializado. O PerfectScale não substituiu o julgamento de engenharia nem a observabilidade já existentes. Ele os complementou com inteligência contínua de otimização, ajudando o time de plataforma a tomar decisões melhores em Kubernetes em larga escala.

Results

  • Redução de 25% nos custos de infraestrutura Kubernetes
  • Redução de 80% no esforço de engenharia dedicado à otimização de custos e ao ajuste de resiliência em Kubernetes
  • Mudança profunda na forma de decidir sobre right-sizing, autoscaling e otimização de confiabilidade

O PerfectScale by DoiT se tornou uma peça importante de como otimizamos Kubernetes em larga escala na OneFootball. Ele dá ao nosso time de plataforma a visibilidade, a automação, os insights de resiliência e a confiança que precisamos para equilibrar eficiência de custo com prontidão de produção, ainda mais agora que nos preparamos para grandes momentos do futebol global, como a Copa do Mundo FIFA de 2026.

Andrea Benfatto, Platform/Cloud Runtime Engineering Manager

Resultados

Os resultados depois da implementação do PerfectScale

Redução significativa de custos sem interrupções

A OneFootball alcançou um impacto imediato e mensurável nos custos de infraestrutura Kubernetes, com uma economia de mais de 25% em todo o ambiente. Essa economia veio sem grandes mudanças arquiteturais nem complexidade operacional adicional para os times de engenharia.

Ao identificar continuamente onde dava para otimizar recursos, o PerfectScale ajudou a OneFootball a reduzir o desperdício mantendo a segurança em produção que o tráfego global do futebol exige. Isso é especialmente importante agora que a OneFootball se prepara para grandes momentos do futebol global, incluindo a Copa do Mundo FIFA de 2026, em que os padrões de tráfego mudam rapidamente em torno de partidas ao vivo, notícias de última hora, desempenho das seleções e momentos decisivos do torneio.

O resultado não foi simplesmente custo menor. Foi um modelo operacional Kubernetes mais eficiente, em que a otimização de custos acontece continuamente sem exigir que os engenheiros revisem manualmente cada configuração de serviço.

Fim dos fluxos manuais de otimização

Antes, a otimização do Kubernetes exigia revisão manual regular. Os engenheiros precisavam inspecionar dashboards, interpretar o comportamento dos serviços e decidir como ajustar requests e limits de CPU e memória. Esse processo consumia tempo e dependia muito do contexto, do julgamento e da disponibilidade de cada pessoa.

Com o PerfectScale, boa parte desse trabalho agora é automatizada. As recomendações e ações de otimização são guiadas pelo comportamento real dos workloads, reduzindo a necessidade de os engenheiros ajustarem serviços manualmente como parte da rotina.

Isso tirou uma carga operacional considerável das costas do time de engenharia de plataforma e dos donos dos serviços. Em vez de mexer nas configurações de recursos a toda hora, os engenheiros podem contar com um processo contínuo de otimização que aplica uma abordagem mais consistente e baseada em dados em todo o ambiente Kubernetes.

Mais eficiência e foco para a engenharia

Ao reduzir em cerca de 80% o esforço de engenharia dedicado à otimização de custos e ao ajuste de resiliência em Kubernetes, a OneFootball devolveu tempo valioso para trabalhos de maior valor em plataforma e produto.

Isso faz diferença porque a otimização do Kubernetes é importante, mas não pode virar uma distração constante para os times que constroem e operam serviços. Enquanto a empresa se prepara para a Copa do Mundo FIFA de 2026, o time de plataforma precisa focar na prontidão estratégica: melhorar a experiência do desenvolvedor, fortalecer as capacidades de plataforma, dar conta dos padrões de tráfego global e ajudar os times de produto a se moverem mais rápido com confiança.

O PerfectScale permitiu que os engenheiros mantivessem visibilidade sobre o comportamento dos serviços ao mesmo tempo em que reduziu o esforço manual para interpretar e agir sobre essas informações. Para o time de plataforma, isso abriu mais espaço para focar no trabalho que sustenta diretamente a prontidão para eventos, a confiabilidade e a escala.

Melhores decisões em custo, autoscaling e resiliência

O PerfectScale elevou a qualidade e a consistência das decisões de infraestrutura ao entregar à OneFootball insights mais claros, por serviço, sobre uso de recursos, impacto no custo, comportamento de autoscaling e oportunidades de otimização.

O time de plataforma passou a decidir com base no comportamento real dos workloads, em vez de suposições ou superprovisionamento defensivo. Isso ajudou os times a entender onde os recursos eram realmente necessários, onde havia capacidade desperdiçada e onde dava para melhorar a configuração sem comprometer a confiabilidade.

Os insights de resiliência e as capacidades de alerta agregaram uma camada extra de valor ao stack de observabilidade já existente na OneFootball. Ajudaram a expor oportunidades de otimização e padrões de configuração que, do contrário, passariam batidos, tornando mais fácil equilibrar eficiência de custo e segurança em produção.

Na preparação para a Copa do Mundo, esse equilíbrio é decisivo. A OneFootball precisa estar pronta para picos de tráfego global sem simplesmente escalar cada workload na defensiva. O PerfectScale ajuda o time de plataforma a se preparar com mais inteligência, usando recomendações baseadas em dados para otimizar serviços antes que os picos cheguem.

Uma mudança profunda de mentalidade

Talvez o resultado mais importante tenha sido a mudança cultural na forma como a OneFootball aborda a otimização do Kubernetes. Antes do PerfectScale, o gerenciamento de recursos costumava exigir decisões manuais cautelosas, com times provisionando capacidade extra para reduzir o risco durante picos imprevisíveis de tráfego.

Com o PerfectScale, a otimização passou a ser mais contínua, baseada em dados e confiável. Os engenheiros não precisam mais escolher entre eficiência de custo e confiabilidade apenas com base em interpretação manual. Eles podem usar inteligência automatizada, visibilidade por serviço e insights de resiliência para tomar decisões melhores em escala.

Para a OneFootball, isso transformou a otimização do Kubernetes de uma tarefa manual recorrente em parte integrada da forma como a plataforma é operada e preparada para grandes eventos do futebol.

Conheça a OneFootball

O futebol não segue calendário previsível. Um gol nos acréscimos, um cartão vermelho em uma semifinal de Champions League, um rumor de transferência estourando à meia-noite ou um grande momento da Copa do Mundo podem levar milhões de torcedores à plataforma da OneFootball em segundos. Para os engenheiros que mantêm essa plataforma no ar, a imprevisibilidade não é exceção. É a realidade operacional.

Com um Owned Reach de mais de 200 milhões de torcedores, a OneFootball é o maior clube de futebol do mundo: um destino global do futebol em que os fãs deixam de ser espectadores passivos para virar participantes ativos. A plataforma atende a tráfego em escala global, oferecendo aos torcedores atualizações de partidas em tempo real, notícias, streaming e conteúdo de todas as grandes competições.

"Enquanto nos preparamos para grandes eventos globais do futebol, como a Copa do Mundo FIFA de 2026, não dá para depender apenas de suposições estáticas ou de superprovisionamento defensivo. Olhando de perto como nossos workloads Kubernetes se comportam, fica claro que o tráfego do futebol é volátil de formas difíceis de modelar na mão. Precisávamos de uma maneira mais inteligente de nos preparar para uma demanda imprevisível e, ao mesmo tempo, entender o impacto das nossas decisões de recursos em custo, autoscaling e confiabilidade." Andrea Benfatto, Platform/Cloud Runtime Engineering Manager, OneFootball

O valor da plataforma para os torcedores depende de estar no ar quando o momento acontece, não importa quantas pessoas cheguem ao mesmo tempo. Essa exigência fica ainda mais crítica agora que a OneFootball se prepara para grandes eventos globais do futebol, incluindo a Copa do Mundo FIFA de 2026, em que se espera que os padrões de tráfego sejam intensos, voláteis e moldados por momentos que não dá para planejar com antecedência.

Para o time de plataforma da OneFootball, isso cria um desafio claro de infraestrutura: o Kubernetes precisa escalar com eficiência para uma demanda imprevisível de esportes ao vivo, mantendo-se ao mesmo tempo econômico, resiliente e transparente o bastante para que os engenheiros confiem nas decisões tomadas.

Historicamente, a forma mais segura de proteger a experiência do torcedor durante eventos de alto tráfego era provisionar mais capacidade do que os serviços costumavam precisar. Essa abordagem reduzia o risco operacional, mas também criava ineficiências escondidas, custos desnecessários e pouca visibilidade sobre se cada serviço estava de fato configurado da melhor forma possível.

E agora?

A OneFootball segue ampliando o uso do PerfectScale by DoiT, indo além da otimização automatizada rumo a uma camada mais profunda de governança, controle e prontidão para eventos em todo o seu ambiente Kubernetes.

Um próximo passo importante é a integração das recomendações e políticas do PerfectScale aos fluxos de infrastructure-as-code da OneFootball. Com a integração recente das CRDs do PerfectScale, o time de plataforma pode aproximar a otimização da abordagem GitOps que já busca seguir: definir, revisar e gerenciar configurações de Kubernetes por meio de fluxos versionados.

Essa é uma evolução importante para a OneFootball. Enquanto a empresa se prepara para grandes eventos globais do futebol, incluindo a Copa do Mundo FIFA de 2026, o time de plataforma precisa de práticas de otimização que sejam não só automatizadas, mas também auditáveis, repetíveis e alinhadas à forma como os times de engenharia já operam.

Ao gerenciar políticas de otimização por meio de recursos nativos do Kubernetes, a OneFootball passa a aplicar um controle mais granular sobre alocação de recursos, comportamento de autoscaling e ajuste de resiliência. Isso fortalece a conexão entre o ownership do serviço, os requisitos de produção e a eficiência de infraestrutura.

O objetivo não é só reduzir custos. É tornar a otimização do Kubernetes uma parte governada do modelo operacional da plataforma: que sustenta o tráfego global, ajuda os times a se prepararem para uma demanda imprevisível e dá aos engenheiros a confiança de que os ganhos de eficiência estão sendo feitos com segurança.

As syncs contínuas com o PerfectScale e a DoiT vão seguir desempenhando um papel importante nessa evolução. Essas sessões dão à OneFootball uma forma de validar novas capacidades, trazer feedback do uso real em produção e moldar a integração em torno das necessidades específicas de plataforma da empresa. Com o tempo, essa colaboração ajuda a garantir que o PerfectScale continue se encaixando na forma como a OneFootball opera Kubernetes em larga escala.

À medida que o PerfectScale se torna parte da plataforma mais ampla da DoiT, a OneFootball também enxerga oportunidades de fortalecer ainda mais sua estratégia de infraestrutura com novas capacidades, inteligência de otimização mais profunda e suporte especializado.

Para a OneFootball, o PerfectScale deixou de ser apenas uma ferramenta de rightsizing para Kubernetes. Está virando parte de como o time de plataforma projeta, governa e prepara sua infraestrutura para a próxima geração de momentos do futebol global.

O PerfectScale mantém o custo de nuvem baixo e a performance dos clusters lá em cima com otimização contínua e autônoma.

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Faça um tour técnico e veja como o PerfectScale identifica workloads superprovisionados, protege a performance e automatiza o ajuste de recursos em clusters de produção. O PerfectScale ajuda times de plataforma a reduzir desperdício em Kubernetes sem os tradeoffs do ajuste manual, do autoscaling vertical baseado em restart ou de ferramentas que param nas recomendações. Ele faz right-sizing contínuo de workloads em produção, mantém os requests alinhados ao uso real e ajuda você a gastar menos sem comprometer a estabilidade.

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