Por que a Luma Health escolheu o PerfectScale
Caio descobriu o PerfectScale by DoiT enquanto avaliava ferramentas de otimização para Kubernetes. Ele conta: "O PerfectScale fez sentido desde o primeiro momento. Nem cheguei a continuar os trials com as outras ferramentas."
O PerfectScale entregou ao time do Caio uma otimização automatizada e sensível ao ambiente que o processo manual nunca conseguiu. A chave: políticas de otimização ajustadas a diferentes níveis de tolerância a risco. "Temos perfis específicos que usamos. Para ambientes mais baixos, adotamos uma abordagem de otimização de custos mais agressiva. Em produção, temos uma abordagem mais equilibrada." Explica Caio, "Com base no output e nas métricas, conseguimos aplicar essas mudanças na nossa plataforma com facilidade."
Fora de produção, a automação do PerfectScale roda continuamente, fazendo o right-sizing dos pods para reduzir desperdício sem intervenção manual. Em produção, a política equilibrada pesa a economia de custos contra as garantias de confiabilidade que a saúde exige. A distinção importa: uma plataforma que atende 100 milhões de pacientes não pode tolerar em produção a mesma agressividade que funciona num cluster de staging com carga mínima.
As recomendações do PerfectScale se apoiam em uma análise contínua dos workloads, e não em médias simples, levando em conta a sazonalidade do tráfego e os picos de uso que travavam o processo anterior do time. Caio destaca que a esmagadora maioria das recomendações se mostrou segura para aplicar em produção e que, nos ambientes mais baixos, o sistema aplica as mudanças automaticamente.
"O fator confiança era muito importante. Mais de 90% das recomendações foram precisas. Dava para aplicar em produção com segurança" conta Caio.
O time de suporte do PerfectScale ofereceu acompanhamento próximo durante toda a implantação, ajudando a calibrar políticas e resolver casos extremos à medida que o time do Caio escalava a automação pelos clusters.